Conheça três projetos da 2° edição do Realiza Cuesta que atuam no fortalecimento da cultura e dos artistas locais

REALIZA CUESTA

A cultura local é foco em três negócios selecionados no Realiza Cuesta:  Garage, anDanças e Arte em Prática.

Seja oferecendo espaços para realização de espetáculos de música, dança e teatro, ou na oferta de serviços para o desenvolvimento de projetos culturais, as três iniciativas  atuam no fomento da geração de  emprego e renda para artistas independentes, impulsionando ainda mais o protagonismo da Economia Criativa na Cuesta Paulista.

Garage

paulovitor garage

O espaço Garage, idealizado pelo produtor cultural  Paulo Matias, nasceu em 2018 como um novo conceito de espaço de cultura alternativa e independente em Botucatu – SP. Inspirado em modelos espalhados pelo mundo, o espaço tem objetivo de atender às demandas culturais da região, oferecendo uma programação diversificada com eventos gastronômicos, artísticos e sociais.

“Estar participando do programa [Realiza Cuesta] é muito interessante, porque me permite conhecer novas pessoas e criar novas possibilidades de trabalho. Dessa experiência vão surgir ótimos frutos para desenvolvermos juntos”, explica Paulo. 

Por acreditar no poder das artes e da cultura para o desenvolvimento socioeconômico, o idealizador do espaço espera que ele contribua para a valorização dos artistas locais, por meio de formação e oportunidades que tragam geração de renda.

anDançasrodrigocardoso

A anDanças é uma produtora de eventos culturais de Botucatu-SP, idealizada pelo  professor de yoga e estudante de educação somática, Rodrigo Cardoso, em 2019.  O empreendedor atua  de forma independente, mas conta com o apoio de muitos parceiros para realizar produções em formato online e presencial, tendo um papel importante de articulação no setor cultural da região da Cuesta Paulista. 

“Estou amando o Realiza Cuesta, superou as expectativas das metodologias de ensino e estou fazendo novas amizades. Estou feliz por estar participando do programa”, conta Rodrigo.

Rodrigo acredita que a dança ativa a sensibilidade das pessoas diminuindo a ansiedade e os sentimentos negativos, proporcionando bem-estar físico, mental e espiritual. Por isso,   em seus eventos se compromete em oferecer um ambiente seguro para a troca de cuidado e acolhimento.

Arte em Práticapoli e gabriela

A Arte em Prática é uma assessoria para artistas independentes que querem se organizar de forma profissional, idealizada pelas advogadas e artistas Poli Brasil e a Gabriela Constâncio, de Botucatu-SP.

A iniciativa apoia os artistas desde o desenvolvimento do projeto até a prestação de contas, oferecendo assessoria para que estes profissionais acessem recursos públicos e privados via editais e leis de incentivo.

“A experiência tem sido muito boa. A troca com certeza vai agregar muito, temos muitas expectativas. No primeiro dia já entendemos que precisávamos desacelerar para  conseguir seguir com os nossos objetivos”, diz Poli Brasil.

A Arte Em Prática tem o propósito de possibilitar que os artistas vivam da sua arte de forma digna e ainda se propõe a compartilhar conhecimentos técnicos que aumentam a qualidade dos serviços culturais oferecidos na região da Cuesta Paulista.

Conheça os projetos selecionados na 2º edição do Realiza Cuesta

REALIZA CUESTAligia

Realiza Cuesta tem como missão apoiar empreendedores da Economia Criativa da região da Cuesta Paulista, que possuem negócios em estágio inicial.

A 2º edição selecionou 14 empreendimentos, que estão sendo apoiados por meio de uma jornada de desenvolvimento integrado com duração de seis meses, além de um prêmio de até R$5.000,00 no final do percurso. 

A preocupação com a sustentabilidade e a valorização do artesanato são propósitos importantes para muitos empreendedores selecionados no edital. Os projetos Inklusive,  Mocó dos Mita e Verd+ são exemplos de como é possível encontrar harmonia entre esses dois elementos.

Inklusive

inklusive

Empreendedora Juliana Brito

A Inklusive, idealizada por Juliana Brito, moradora da cidade de Botucatu – SP, nasceu em 2021 de experimentos e aprendizados adquiridos durante a sua formação em artes, a marca tem como propósito celebrar e valorizar a diversidade. 

O portfólio da marca é composto por ecobags em algodão cru, algodão estampado, juta,  bio bijuterias e chaveiros. Todos os trabalhos são pintados à mão com técnica de stencil e confeccionadas a partir de madeira de reaproveitamento, retalhos em MDF e de sobras de tecidos, buscando a preservação do impacto ambiental.

“Estar participando do programa é incrível, está sendo em um momento muito especial da minha vida. Estar aqui podendo criar e rever tudo é uma oportunidade única e sou grata pela oportunidade”, diz a empreendedora.

Mocó dos Mita

MG

Empreendedora Izabel Leite

Idealizado em 2019 pela empreendedora Izabel Leite, de Bofete – SP, o Mocó dos Mita é uma marca de decoração de interiores. 

O negócio começou com hobby para presentear amigos e familiares. Entre as criações da artista estão vasos de cimento decorados e macramê para arranjos com plantas ornamentais.

“Estou muito feliz de estar participando do Realiza Cuesta, pois vejo como uma oportunidade grande de capacitação. Vai possibilitar que meu negócio impacte ainda mais, estou cheia de expectativa para adquirir conhecimento e novas conexões”, conta Izabel.

Verd+

MG

Empreendedor Felipe Arruda

O Verd+ é um negócio de impacto que atua com a venda de arranjos florais, serviços de jardinismo e paisagismo, localizado em Botucatu – SP,  criado pelo artista Felipe Arruda. 

O negócio tem como objetivo profissionalizar os processos artísticos e atuar de uma maneira integrada social, ambiental, econômica e culturalmente com o conceito de conectar as memórias afetivas por meio de experiências sensoriais. 

“Estou muito contente de fazer parte do Realiza Cuesta. É a primeira vez que conheço o Instituto Jatobás e me identifiquei com as causas que eles abrangem como sustentabilidade e criativa. Estou muito motivado!”, disse Felipe. 

Parte do lucro do empreendimento é destinado ao Jardinarte, projeto que também foi criado por Felipe e que tem a missão de cultivar encontros de consciência social, ambiental e artística para pessoas em situação de vulnerabilidade social. 

Realiza Cuesta fortalece empreendedores da Economia Criativa na região da Cuesta Paulista

REALIZA CUESTA

Em setembro de 2021, o Instituto Jatobás em parceria com o SEBRAE, deu início a 2° edição do  Realiza Cuesta, iniciativa que tem como missão  apoiar 14 empreendimentos da Economia Criativa da região da Cuesta Paulista, em São Paulo, por meio da  Jornada de desenvolvimento integrado com duração de seis meses, além de um  prêmio de até R$5.000,00 no final do percurso. 

Clique aqui para saber mais sobre os critérios do edital Realiza Cuesta.

“A Jornada do Realiza Cuesta é uma jornada integrada, que olha para as habilidades técnicas necessárias ao empreendedor e também para o desenvolvimento do potencial humano. Através de mapas de perfil individuais e do grupo, nós customizamos conteúdos e práticas que possibilitam o trabalho de reconhecimento e ampliação dos potenciais individuais e coletivos”, conta Lígia Carnicelli, responsável pela área Jornadas dos Agentes Transformadores do Instituto Jatobás. “Nosso objetivo é que os participantes saiam conscientes de seus papéis nas suas relações e nas suas comunidades e possam impactar a região de maneira positiva através de seus negócios de economia criativa”, completa.

REALIZA CUESTA                                         Encontro realizado em outubro de 2021 na Fazenda dos Bambus em Pardinho-SP

Durante a Jornada, que encerra em abril deste ano, os empreendedores passarão por oficinas para o desenvolvimento do potencial humano e o aprimoramento das competências e habilidades técnicas. Também serão oferecidas mentorias individuais e capacitações em temas como: comportamento empreendedor, modelo de negócio, plataforma Canva, pesquisa de mercado, jornada do cliente, gestão financeira, fontes de financiamento, marketing e comunicação, formalização e encontros de fortalecimento de rede etc. 

O Realiza Cuesta evidencia os profissionais que atuam dentro da Economia Criativa, para que eles possam ter uma jornada de desenvolvimento no seu trabalho. Porque a gente sabe a dificuldade que é empreender. Não só financeira, mas emocionalmente é um desafio enorme e a jornada permite que eles tenham um preparo,” conta Vitor Souza, responsável pela economia criativa do Instituto Jatobás.

Mapeamento da Economia Criativa

Em agosto de 2021, o Instituto Jatobás realizou o primeiro mapeamento da Economia Criativa, feito a partir da escuta de profissionais da área da cultura da região da Cuesta Paulista. 

“Por meio do mapeamento nós conseguimos entender um pouco sobre o perfil dos empreendedores e artistas da região, qual  a idade, quais são as principais necessidades e os maiores empecilhos na hora de desenvolver seus projetos ou negócios”, ressalta Vitor Souza.

De acordo com Vitor, o mapeamento garante a inclusão da Cuesta como uma área de desenvolvimento criativo, permitindo que empresas, investidores e instâncias governamentais possam agir e garantir as estruturas necessárias para o crescimento econômico e social de toda região. 

O que é?

A principal matéria-prima da Economia Criativa é o capital intelectual. Os empreendedores desse segmento criam produto e/ou serviço, como ferramentas para o desenvolvimento econômico, social e cultural da sociedade.

A Economia Criativa é dividida em quatro áreas:  

  • Consumo: design, publicidade, marketing e moda;
  • Cultura: expressões culturais, patrimônio e artes, música e artes cênicas; 
  • Mídia: editorial e audiovisual;
  • Tecnologia: P&D (Pesquisa e Desenvolvimento), bibliotecologia e TIC (desenvolvimento de softwares, sistemas, consultorias etc).

Segundo um estudo nacional realizado pela FGV em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa e o Sebrae, em 2020 foram gerados pela Economia Criativa 1,5 milhões de empregos, atingindo a participação de 3,9% do PIB do Estado. No Brasil, o setor é responsável por 4,9 milhões de trabalhos criativos na economia mundial. 

 

Evento apresenta pela primeira vez o cenário da Economia Criativa da região da Cuesta Paulista

evento economia criativa

Resultados do 1º Mapeamento Economia Criativa – Cuesta Paulista serão apresentados em evento online no dia 13 de agosto

No dia 13 de agosto, das 10h30 às 13h, acontece o evento Mapeamento da Economia Criativa da Cuesta Paulista – Resultados e Oportunidades , promovido pelo Instituto Jatobás para apresentar os resultados do 1º Mapeamento Economia Criativa – Cuesta Paulista. 

Realizado pelo Instituto Jatobás e correalizado pela Giallo Marketing e Instituto Locomotiva e com apoio do Polo Cuesta e Sebrae SP, o 1º Mapeamento Economia Criativa – Cuesta Paulista coletou respostas no período de 04 a 25 de abril 2021.

O estudo teve como objetivo primário o mapeamento, compreensão das potencialidades, identificação de oportunidades e fomento do trabalho de artistas, produtores e empreendedores da Cuesta Paulista, em toda a cadeia da Economia Criativa. Como objetivo secundário, o estudo busca fundamentar um Plano de Desenvolvimento e Fortalecimento Econômico Regional. 

“Neste evento iremos compreender melhor a dinâmica e o potencial desse setor produtivo, os pontos a serem desenvolvidos, as oportunidades e os desafios. O estudo servirá de base para todos nós, trazendo informações importantes sobre a cadeia produtiva – artística, cultural e criativa – visando o fomento da cadeia, a promoção da organização em rede para gerar conexões e oportunidades e visibilidade dos agentes que, consequentemente, potencializam a identidade cultural, o reconhecimento local e o Turismo da Cuesta Paulista”, afirma Madalena Carneiro, gestora de projetos do Instituto Jatobás.

Além dos resultados, o encontro contará com a palestra de Ana Carla Fonseca, diretora da Garimpo de Soluções e referência em Economia Criativa, Cidades Criativas e Negócios Criativos, que abordará a Economia Criativa na prática em pequenos municípios, apresentando cases, inspirações e o impacto positivo que gera no desenvolvimento dessas cidades. 

O evento contará com a presença de atores fundamentais do ecossistema da Economia Criativa da região e convida empreendedores, artistas e profissionais do setor, instituições de fomento e interessados no tema para participarem online pela transmissão via YouTube. 

Para participar, inscreva-se no link https://bit.ly/economiacriativanacuesta.

 

Instituto Jatobás compartilha resultados da pesquisa sobre Rede Comunidade de Inovação Social

A importancia da Rede Comunidade de Inovacao Social

Por Mariângela Almeida

Em parceria com CEATS da FEA/USP, o Instituto Jatobás realizou uma pesquisa para mensurar a percepção de valor do programa nos projetos dos grupos, coletivos e organizações participantes da Rede. O Instituto compartilha os resultados do estudo para apoiar instituições que também atuam com esses públicos.

A Rede Comunidade de Inovação Social, iniciativa idealizada pelo Instituto Jatobás, em 2015, tem o objetivo de apoiar e incentivar grupos de pessoas que se sentem impotentes diante da realidade e querem resolver, com soluções sociais inovadoras, desafios socioambientais nos seus territórios.   

Por meio de editais, coletivos e organizações podem se candidatar para fazer parte da Rede, recebendo capacitação, mentoria e apoio financeiro. Desde a criação do programa, foram lançados quatro editais com foco nas regiões mais vulneráveis da cidade de São Paulo. 

A pesquisa de impacto usou, como recorte, as organizações selecionadas pelos editais Divergente Positivo (2017) e Inova ZL, em parceria com a Fundação Tide Setubal (2018). “O que nos motivou a fazer a pesquisa foi a percepção de que, a cada edital de chamamento e durante os processos de implementação, configurava-se uma curva de aprendizagem significativa com mais subsídios para ajustes e continuidade das ações. Queríamos mensurar a profundidade e o tamanho dessa curva e entender o quanto as instituições beneficiadas percebiam o valor da iniciativa”, explicou Ivani Tristan, líder do programa.   

Mudanças e ajustes nos objetivos e no foco das ações sociais 

A maioria dos 22 grupos, coletivos e associações que participaram do estudo está concentrada nas Zonas Sul, Leste e no Centro da cidade de São Paulo, atuando nas áreas de Artes, Equidade e Diversidade, Meio Ambiente, Feminismo, Urbanismo, Empreendedorismo, Segurança e Educação.

Por meio de um questionário, os pesquisadores abordaram diferentes aspectos da Rede, como a troca de experiências, a maturidade dos projetos desenvolvidos e a criação de parcerias entre os grupos, e o quanto ela impactou as ações desenvolvidas nos territórios.

Dentre os principais apontamentos feitos pelos entrevistados estão a redefinição da missão, por perceberem que a original era ampla demais; a ampliação da proposta para otimizar espaços e recursos; e o ajuste ou mudança total na atuação após conhecerem melhor as necessidades do público-alvo.

Este foi o caso da organização Teatro do Container, cujo projeto tinha o objetivo de realizar apresentações para crianças e pessoas em situação de rua do centro da cidade. Com as capacitações e mentorias recebidas na Rede, a instituição percebeu que podia atuar de forma mais alinhada com as necessidades da população que vive nas ruas da região central de São Paulo. “Começamos a entender que eles não tinham interesse em assistir aos espetáculos. Mas eles usavam o banheiro, penduravam suas roupas… Usavam o espaço para aquilo que não podiam fazer nas ruas. Então, a gente entendeu que poderia atuar de outra forma, criando um espaço de convivência. Fizemos um trabalho de mediação social com os assistentes sociais da prefeitura e começamos a integrar essas pessoas”, revelou a entrevistada da organização.

Fortalecimento das pessoas e das organizações

Embora não fosse o foco da ação da Rede, a iniciativa alavancou o desenvolvimento e a maturidade institucional de uma parte dos grupos, especialmente aqueles que, ao se inscreverem nos editais, estavam na fase de ideação dos projetos.

O desenvolvimento de habilidades e conhecimentos foi outro ganho citado pelos entrevistados. Eles apontaram o uso do método design thinking como essencial para esse avanço. Para a maioria, a participação na Rede propiciou ou fortaleceu a gestão do projeto, a visão sistêmica, a articulação e a realização de parcerias. “A gente começou a ter mais visão de negócio e de sustentabilidade financeira”, explicou a representante do coletivo Meninas Mahin.

“O programa possibilitou que a gente conseguisse realizar o nosso projeto de uma forma muito mais profunda e qualificada”, ressaltou o representante do coletivo São Paulo Lab/Agrogyn.

Outro ponto levantado pela maioria das instituições entrevistadas foi o apoio pessoal: “As mentorias foram fundamentais para a gente entender quem nós éramos e com quem a gente ia atuar, quem era o nosso público-alvo e estabelecer minimamente os produtos e as metodologias que a gente tinha”, reforçou o participante do coletivo É bom ver, cidade.

A possibilidade de estabelecer parcerias com outros grupos e organizações reforçou a importância de redes territoriais e heterogêneas, onde se possam trocar conhecimentos e experiências. “Com a Rede a gente conheceu a Wilifa, que ajudou mais diretamente com alguns projetos, com a escrita de projetos… Para o pessoal da Arq Coop a gente deu entrevista em uma live”, contou a representante do Meninas Mahin.

“Quando recebemos os resultados da pesquisa, vimos que não fazia sentido guardá-los para nós. Por isso, além de disponibilizar o documento a qualquer pessoa, elaboramos uma publicação que resume as principais conclusões do estudo, porque sabemos o quanto são comuns as ‘dores’, os desafios e as expectativas das organizações que, como nós, atuam junto aos coletivos e grupos de diferentes territórios”, explicou Ivani.

Por isso, o Instituto Jatobás convida você a conhecer a “Pesquisa sobre a Rede Comunidade de Inovação Social”, na íntegra, realizada em parceria com o Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor (CEATS) da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP e/ou acessar a publicação “A importância da Rede Comunidade de Inovação Social para grupos e organizações territoriais – resumo dos resultados da pesquisa”.

Matchfunding Impacta Mais seleciona organizações dinamizadoras do ecossistema

Matchfunding Impacta Mais seleciona organizações dinamizadoras do ecossistema

Propostas com meta de captação de R$ 45.000 têm até 31 de janeiro para se inscrever

O Fórum de Investimentos e Negócios de Impacto, iniciativa ICE e Impact Hub São Paulo, lança o Matchfunding Impacta Mais que selecionará incubadoras, aceleradoras, consultorias e outras organizações de apoio a negócios de impacto que estejam interessadas em captar recursos em uma campanha de financiamento coletivo. Podem ser inscritos projetos nesse segmento com meta de captação de R$ 45.000. O prazo se encerra em 31 de janeiro.

As iniciativas selecionadas serão capacitadas e receberão apoio para montar uma campanha de financiamento coletivo na plataforma Enfrente. A cada R$ 1 real captado, o Fórum fará um match; ou seja, fará uma doação adicional de R$ 2 reais.

As organizações devem dar apoio a pelo menos dois dos perfis abaixo:

  • Empreendedores oriundos de territórios vulnerabilizados* (áreas periféricas urbanas, rurais e/ou tradicionais)
  • Empreendedores negros
  • Mulheres
  • Empreendedores que usam tecnologia para resolução de problemas sociais e ambientais

Regulamento e inscrições

Para saber mais, leia o regulamento no link http://bit.ly/matchfundingforum.

Inscrições devem ser realizadas pelo formulário: https://pt.surveymonkey.com/r/matchfunding

“Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental” aprofunda entendimento do ecossistema

o Mapa de Negocios de Impacto Inscricoes abertas x

Conheça os principais resultados das duas primeiras edições do estudo; 3º Mapa será publicado em 2021

Desde 2017, a Pipe.Social contribui para um entendimento profundo sobre o ecossistema de negócios de impacto brasileiro. Foi nesse ano que lançou 1º Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental, uma radiografia do setor baseada em uma pesquisa realizada junto a empreendedores, investidores e organizações intermediárias, cujos resultados ajudam a orientar estratégias e ações do setor.

A segunda edição foi lançada dois anos depois, em 2019. E agora está sendo elaborado o 3º Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental, a ser publicado em 2021. A Kaleydos é parceira desse projeto desde a sua primeira edição. Empreendedores que queiram participar do estudo podem se inscrever no site da Pipe.Social.

Nessa matéria, resgatamos os principais resultados das duas primeiras edições do Mapa e, principalmente, como o ecossistema se desenvolveu de 2017 a 2019.

Continue lendo no site da Kaleydos.

Como a Kaleydos apoia negócios de impacto em estágio inicial?

close up of young group of startapers sitting in library making research about future tem project looking through graphics on laptop writing new ideas business teamwork concept x

Plataforma de investimento e desenvolvimento de negócios aposta em startups em estágio inicial que contribuem para o desenvolvimento sustentável

“A maior contribuição da Kaleydos para o ecossistema de negócios de impacto foi atuar em um segmento que, desde o início, nós mapeamos como um gap. Que são aquelas empresas em um estágio muito inicial, ainda de ideação, pré-faturamento ou início de faturamento. E que encontram pouco apoio e investimento no mercado. Então essa é uma grande contribuição que a gente está dando: ajudar empresas a vencer o vale da morte”.

A declaração de João Santos, gestor e co-fundador da Kaleydos, resume a missão que a organização assumiu desde o surgimento em 2016: apoiar negócios de impacto em estágio inicial que contribuam para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. A sua atuação evoluiu em vários aspectos, mas essa missão se mantém até os dias atuais.

Continue lendo na Kaleydos.

Como negócios de impacto estão atravessando a crise da Covid-19?

startup na pandemia x

Três empreendedores contam como se adaptaram ao cenário da pandemia e o que esperam para 2021

“A pandemia freou investimentos. Pequenos negócios que estavam dialogando com investidores para começar um trabalho ficaram estagnados. As startups que estavam em busca de investimento ou próximos de obtê-lo realmente frearam. Então os negócios de impacto não fugiram à regra da economia em geral. Cada empresa sofreu de acordo com as suas especificidades. Agora [outubro] está voltando ao normal”, explica João Santos, co-fundador e gestor da Kaleydos.

Entrevistamos três empreendedores de impacto cujas histórias ilustram e detalham a análise de João. Em um primeiro momento, a pandemia afetou profundamente os negócios, forçando-os a uma readaptação. A partir de agosto, principalmente, nota-se uma retomada da economia e as startups em geral começam a se recuperar. Há ainda grande esperança para o ano de 2021, especialmente se houver vacinas disponíveis já no começo do ano, como previsto.

Continue lendo a matéria na Kaleydos.

Fundo Dona de Mim oferece empréstimos a mulheres empreendedoras impactadas pela pandemia

fundo dona de mim

1000 empreendedoras formalizadas como MEI receberão microcrédito de R$ 3 mil e orientações para aprimorar o seu negócio

Microempreendedoras individuais que foram afetadas pela crise econômica e social provocada pela pandemia da Covid-19 receberão apoio financeiro do Fundo Dona de Mim, uma iniciativa do Grupo Mulheres do Brasil.

A primeira fase do projeto ofereceu empréstimos a 485 mulheres para investirem o recurso em seus negócios. Agora, com o apoio do Microcrédito Social do Banco BTG Pactual, a segunda fase oferecerá empréstimos de R$ 3 mil para até 1 mil outras mulheres. Como se trata de um crédito circular, o valor devolvido por cada beneficiada será usado para oferecer novos empréstimos a outras microempreendedoras.

Confira as condições do empréstimo:

  • R$ 3.000,00
  • 4 meses de carência
  • 12 meses para pagar
  • 6% de juros ao ano e sem taxa

Além do recurso, as empreendedoras também receberão orientações para administrar melhor o seu negócio neste período de crise.

Para solicitar o microcrédito, a solicitante deve ser formalizada como Microempreendedora Individual (MEI) e inscrita no Grupo Mulheres do Brasil. As solicitações serão analisadas pelo Banco Pérola.

Clique aqui para saber mais e solicitar o seu microcrédito no site do fundo.


Foto: Fundo Dona de Mim/ Divulgação

Skip to content