Realiza Cuesta apoia 14 negócios e aquece setores da Economia Criativa

REALIZA CUESTA

A 2° edição do Realiza Cuesta está apoiando 14 negócios da Economia Criativa da região da Cuesta Paulista, em São Paulo, por meio da Jornada de desenvolvimento integrado com duração de seis meses. 

Ao longo das últimas semanas, nós apresentamos alguns dos empreendedores que participam dessa iniciativa. Na última reportagem da série, você conhecerá os projetos Juruna Carvalho Luthier e Skate, Música e Comida de Rua.

Juruna Carvalho Luthier 

MG

Empreendedor Juruna Carvalho

O empreendedor Juruna Carvalho começou o seu negócio de luthieria em 2020, na cidade de Botucatu-SP. Para atuar nessa área ele participou de um curso de luthier no Centro Max Feffer Cultura e Sustentabilidade na cidade de Pardinho, uma iniciativa do Instituto Jatobás em parceria com a prefeitura municipal.

“Esse projeto era um sonho e nesses dois anos venho trabalhando e procurando conhecimento e melhorias para o meu trabalho. A oportunidade que consegui através do programa será importante para o meu empreendimento”, diz o Juruna.

O  luthier é um artista que confecciona e reforma instrumentos musicais de corda como violão, cavaquinho e banjo. Na região há uma alta demanda e uma pequena oferta de profissionais especializados nesse tipo de serviço, o que torna o negócio ainda mais relevante e com um grande potencial.

Skate, Música & Comida de Rua

MG

Empreendedores Marcos Gonçalves e Mario da Silva

Há 10 anos, o empreendedor Marco Gonçalves realiza gratuitamente o evento Skate, Música & Comida de Rua, em pistas públicas de skate de Botucatu – SP.

“Está sendo muito produtivo o conhecimento de novos projetos, junto com o ensino do Realiza. É fundamental para o nosso negócio, achei bem interessante essa experiência”, conta Marcos. 

Junto com seu parceiro, Mario da Silva, o empreendedor promove eventos com o intuito de aproximar o skate dos jovens, proporcionando a transformação social e dando visibilidade às manifestações de rua como o grafite, o breakdance e a tatuagem.

Realiza Cuesta movimenta a cultura local contemplando Iniciativas com foco na produção musical

REALIZA CUESTA

Todos sabem que a música conecta as pessoas, mas nem todos os artistas da área musical se enxergam como empreendedores. As produtoras Marcelo Naudi, Zukultura e Berrante são três exemplos de como a arte da música também pode ser uma fonte de renda. 

As três iniciativas têm como foco, a oferta de serviços para o desenvolvimento de projetos musicais e culturais para os artistas independentes da região.

Marcelo Naudi

MG

Empreendedora Roberta Peregrinaldi

O casal @marcelo.naudi e Roberta Peregrinaldi, resolveram empreender juntos na área musical e montaram um estúdio na própria residência, onde produzem aulas online de guitarra, violão e contrabaixo no estilo musical sertanejo, na cidade de Pardinhos – SP. 

“É ótimo estar participando do Realiza Cuesta. Estou vendo como uma oportunidade para a gente poder expandir, poder ter visões diferentes sobre o ensino. E eu estou achando que aqui a gente vai ter muitas informações que serão valiosas, questão de negócio mesmo”, explica Roberta Neudi.

A produtora Marcelo Naudi tem a missão de democratizar o aprendizado de instrumentos, oferecendo aulas à distância com valores acessíveis, proporcionando momentos de lazer e bem-estar aos seus alunos e alunas.

Zukultura

MG

Empreendedora Tania Berezuku 

Zukultura Produção Cultural de Botucatu – SP foi criada em 2017 pela advogada @taniabrezuku, com intuito de oferecer apoio para realização de eventos teatrais, musicais e produção artística para grupos da região da Cuesta Paulista.

“Eu faço uma produção cultural artesanal. Cada vez mais entendo que o meu caminho não é por uma produção comercial, para grandes espectáculos, mas é estar junto de grupos de artistas que se juntam e querem colocar uma peça em andamento, por exemplo. É linkar os artistas locais com a população”, diz Tânia. “Está sendo muito engrandecedor estar participando desse projeto”, completa.

Além do trabalho de produção, a Zukultura também oferece aos artistas consultoria para escrita de projetos, proporcionando melhor monetização dos grupos e, consequentemente, o aumento da divulgação dos trabalhos.

Berrante Produções 

MG

Empreendedores Marcos Rodeio e Sandra Dos Santos

Os empreendedores @MarcosRodeioBrasil e @SandraSantos iniciaram em 2010 a Berrante Produções no município de Torre de Pedra – SP, pois acreditam que a música e o lazer geram impactos significativos nas pessoas 

“Participar do Realiza Cuesta é gratificante, já superou minha expectativa, pois conseguimos aprender todas as técnicas e tirar dúvidas. Com certeza vamos conseguir colocar em prática tudo que estamos aprendendo”, diz Rudi.

A produtora conta com uma equipe de dez pessoas comprometidas em proporcionar entretenimento e arte de qualidade para a região da Cuesta Paulista. Além da produção de eventos culturais, a Berrante também tem experiência na organização de feiras e congressos.

Seja arte urbana ou música raiz, no Realiza Cuesta a cultura é sempre bem-vinda

REALIZA CUESTA

Seja arte urbana ou música raiz, no Realiza Cuesta a cultura é sempre bem-vinda

Na 2°edição do Realiza Cuesta  é possível encontrar empreendedores de diversas áreas da Economia Criativa. Os projetos Arte de Rua – Grafite, Costura Criativa e a produtora Carlos Lima, são exemplos dessa diversidade cultural.

Arte de Rua – Grafite

MG

O projeto de Grafite , idealizado pelo artista Jonas Estevão, de Botucatu – SP em 2012, é uma ramificação do coletivo de eventos culturais “Arte de Rua”.

“A experiência de participar do programa [Realiza Cuesta], faz com que a gente consiga se conectar de várias maneiras e principalmente com as pessoas que estão participando também. Foi Está sendo muito rica a vivência na Fazenda dos Bambus”, diz Jonas.

O empreendimento  integra elementos da cultura Hip Hop e arte urbana, com a proposta de buscar realizar ações voltadas à produção e exposição de grafites, tanto em espaços públicos como privados, com a intenção de permitir o acesso ao público de forma gratuita.

Costura Criativa

MG

O Costura Criativa, que transforma diversos materiais em peças únicas e especiais, foi criado em 2019 pela professora Fabíola Souza, moradora de Botucatu – SP.

“Foi uma alegria muito grande saber que fui selecionada. Poder ver vários artistas juntos criando essa troca de experiência é satisfatório para mim”, diz Fabíola.

Por acreditar no potencial da arte da costura , a empreendedora desenvolveu cursos de Costura Criativa, estimulando  assim a geração de renda e a  criação de novos negócios na região.

Carlos Lima Produções

MG

O projeto do músico Luiz Carlos Lima, morador de Pardinho – SP, iniciou em 2019 com o propósito de oferecer apoio para outros artistas em composições, arranjos e aulas de violão.

“Estar aqui participando é um privilégio, estou cheio de esperança para alavancar o meu projeto. Desde o primeiro dia percebi que seria cheio de aprendizados e troca de experiências”, diz Carlos.

Ele decidiu usar o seu conhecimento para apoiar os artistas locais, compartilhando suas vivências para aqueles que querem seguir os sonhos de viver da música.

Confira os selecionados para a 2ª edição do Realiza Cuesta

IJ BLOG REALIZA CUESTA SELECIONADOS

No dia 20 de outubro de 2021, a Comissão de Avaliação do Edital Realiza Cuesta – 2ª Edição, se reuniu para definir os projetos aprovados para o programa.

A mesa foi composta por profissionais do Instituto Jatobás, SEBRAE e especialistas da Economia Criativa que avaliaram cada projeto de acordo com os critérios dispostos no Regulamento, atribuindo notas que ao final foram somadas e definiram os 15 selecionados para a jornada de empreendedorismo e desenvolvimento do potencial humano que será realizada pelo Instituto Jatobás em parceria com o SEBRAE.

Confira a lista dos projetos selecionados abaixo:

  • Inklusive
  • Mocó dos Mita
  • Verd+
  • GARAGE – Espaço de Cultura
  • anDanças pela Cuesta.
  • Violas tropreira
  • Arte em Prática – assessoria para artistas
  • Arte de Rua – Graffiti
  • Aulas de Costura Criativa
  • CARLOS LIMA PRODUCOES
  • Marcelo Naudi
  • Zukultura Produção Cultural
  • Berrante Produções
  • Juruna Carvalho Luthier
  • na goma

Para saber mais sobre as notas, a lista de suplentes e o segmento dos projetos, acesse a ata da Comissão de Avaliação clique aqui.

Sobre o Realiza Cuesta

O Realiza Cuesta é um programa desenvolvido pelo Instituto Jatobás, que visa apoiar empreendedores por meio de uma jornada integrada com atividades para o aprimoramento das competências e habilidades técnicas e o desenvolvimento do potencial humano, que inclui metodologias ágeis de conhecimento prático para o fortalecimento de seus negócios, desenvolvimento do potencial humano e conexão em rede de parceiros. Saiba mais sobre a segunda edição aqui

Instituto Jatobás compartilha resultados da pesquisa sobre Rede Comunidade de Inovação Social

A importancia da Rede Comunidade de Inovacao Social

Por Mariângela Almeida

Em parceria com CEATS da FEA/USP, o Instituto Jatobás realizou uma pesquisa para mensurar a percepção de valor do programa nos projetos dos grupos, coletivos e organizações participantes da Rede. O Instituto compartilha os resultados do estudo para apoiar instituições que também atuam com esses públicos.

A Rede Comunidade de Inovação Social, iniciativa idealizada pelo Instituto Jatobás, em 2015, tem o objetivo de apoiar e incentivar grupos de pessoas que se sentem impotentes diante da realidade e querem resolver, com soluções sociais inovadoras, desafios socioambientais nos seus territórios.   

Por meio de editais, coletivos e organizações podem se candidatar para fazer parte da Rede, recebendo capacitação, mentoria e apoio financeiro. Desde a criação do programa, foram lançados quatro editais com foco nas regiões mais vulneráveis da cidade de São Paulo. 

A pesquisa de impacto usou, como recorte, as organizações selecionadas pelos editais Divergente Positivo (2017) e Inova ZL, em parceria com a Fundação Tide Setubal (2018). “O que nos motivou a fazer a pesquisa foi a percepção de que, a cada edital de chamamento e durante os processos de implementação, configurava-se uma curva de aprendizagem significativa com mais subsídios para ajustes e continuidade das ações. Queríamos mensurar a profundidade e o tamanho dessa curva e entender o quanto as instituições beneficiadas percebiam o valor da iniciativa”, explicou Ivani Tristan, líder do programa.   

Mudanças e ajustes nos objetivos e no foco das ações sociais 

A maioria dos 22 grupos, coletivos e associações que participaram do estudo está concentrada nas Zonas Sul, Leste e no Centro da cidade de São Paulo, atuando nas áreas de Artes, Equidade e Diversidade, Meio Ambiente, Feminismo, Urbanismo, Empreendedorismo, Segurança e Educação.

Por meio de um questionário, os pesquisadores abordaram diferentes aspectos da Rede, como a troca de experiências, a maturidade dos projetos desenvolvidos e a criação de parcerias entre os grupos, e o quanto ela impactou as ações desenvolvidas nos territórios.

Dentre os principais apontamentos feitos pelos entrevistados estão a redefinição da missão, por perceberem que a original era ampla demais; a ampliação da proposta para otimizar espaços e recursos; e o ajuste ou mudança total na atuação após conhecerem melhor as necessidades do público-alvo.

Este foi o caso da organização Teatro do Container, cujo projeto tinha o objetivo de realizar apresentações para crianças e pessoas em situação de rua do centro da cidade. Com as capacitações e mentorias recebidas na Rede, a instituição percebeu que podia atuar de forma mais alinhada com as necessidades da população que vive nas ruas da região central de São Paulo. “Começamos a entender que eles não tinham interesse em assistir aos espetáculos. Mas eles usavam o banheiro, penduravam suas roupas… Usavam o espaço para aquilo que não podiam fazer nas ruas. Então, a gente entendeu que poderia atuar de outra forma, criando um espaço de convivência. Fizemos um trabalho de mediação social com os assistentes sociais da prefeitura e começamos a integrar essas pessoas”, revelou a entrevistada da organização.

Fortalecimento das pessoas e das organizações

Embora não fosse o foco da ação da Rede, a iniciativa alavancou o desenvolvimento e a maturidade institucional de uma parte dos grupos, especialmente aqueles que, ao se inscreverem nos editais, estavam na fase de ideação dos projetos.

O desenvolvimento de habilidades e conhecimentos foi outro ganho citado pelos entrevistados. Eles apontaram o uso do método design thinking como essencial para esse avanço. Para a maioria, a participação na Rede propiciou ou fortaleceu a gestão do projeto, a visão sistêmica, a articulação e a realização de parcerias. “A gente começou a ter mais visão de negócio e de sustentabilidade financeira”, explicou a representante do coletivo Meninas Mahin.

“O programa possibilitou que a gente conseguisse realizar o nosso projeto de uma forma muito mais profunda e qualificada”, ressaltou o representante do coletivo São Paulo Lab/Agrogyn.

Outro ponto levantado pela maioria das instituições entrevistadas foi o apoio pessoal: “As mentorias foram fundamentais para a gente entender quem nós éramos e com quem a gente ia atuar, quem era o nosso público-alvo e estabelecer minimamente os produtos e as metodologias que a gente tinha”, reforçou o participante do coletivo É bom ver, cidade.

A possibilidade de estabelecer parcerias com outros grupos e organizações reforçou a importância de redes territoriais e heterogêneas, onde se possam trocar conhecimentos e experiências. “Com a Rede a gente conheceu a Wilifa, que ajudou mais diretamente com alguns projetos, com a escrita de projetos… Para o pessoal da Arq Coop a gente deu entrevista em uma live”, contou a representante do Meninas Mahin.

“Quando recebemos os resultados da pesquisa, vimos que não fazia sentido guardá-los para nós. Por isso, além de disponibilizar o documento a qualquer pessoa, elaboramos uma publicação que resume as principais conclusões do estudo, porque sabemos o quanto são comuns as ‘dores’, os desafios e as expectativas das organizações que, como nós, atuam junto aos coletivos e grupos de diferentes territórios”, explicou Ivani.

Por isso, o Instituto Jatobás convida você a conhecer a “Pesquisa sobre a Rede Comunidade de Inovação Social”, na íntegra, realizada em parceria com o Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor (CEATS) da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP e/ou acessar a publicação “A importância da Rede Comunidade de Inovação Social para grupos e organizações territoriais – resumo dos resultados da pesquisa”.

Evento gratuito reúne organizações sociais para discutir práticas emergenciais de impacto

EspiralConhecimento

Última edição da Espiral do Conhecimento recebe Edgard Gouveia Jr. da Live Lab, que vai falar sobre o poder do brincar, metodologia pretende mobilizar a partir de jogos e desafios coletivos


O edital aTUAção PerifaSul recebe, no próximo dia 22 de Julho, a palestra Jogos Cooperativos na Espiral do Conhecimento, com o convidado especial Edgard Gouveia Jr. da Live Lab. O encontro online será gratuito e é aberto para representantes de comunidades e iniciativas sociais de todo o país.

Com foco na apresentação sobre o poder do brincar e do trabalho em equipe para transcender momentos críticos, Edgard propõe ferramentas e modelos que possibilitam a ação coletiva, de maneira lúdica, a favor de mudanças reais para enfrentar desafios sociais.

Idealizado no ano 2020 por quatro organizações parceiras, Fundação ABH, Fundação Alphaville, Instituto Jatobás e Macambira Sociocultural, o edital aTUAção PerifaSul promoveu capacitações, aporte financeiro, mentoria, coaching e formação de rede entre iniciativas sociais da Periferia Sul da cidade de São Paulo.

Com os desafios impostos pela pandemia, os encontros foram adaptados e migraram para o formato virtual, com uma série de ações redesenhadas e outras criadas pelas organizações em conjunto com os participantes. “A Espiral do Conhecimento foi pensado como um espaço de trocas para complementar o edital, construída com base nas temáticas solicitadas pelos participantes do edital, e se consolidou como encontros virtuais de aprendizado que vão muito além do público inicialmente participante do projeto”, explica Marina Fay, da Fundação ABH.

“Com o formato online imposto pela pandemia, enxergamos uma oportunidade de estender a participação para o setor como um todo. Acreditamos que conhecimento precisa ser compartilhado e queremos que essas ferramentas estejam ao alcance de um número cada vez maior de organizações de base, coletivos e idealizadores de projetos e ações de impacto social”, complementa.

A participação de Edgard Gouveia Jr. encerra o ciclo de encontros da Espiral do Conhecimento e dá início à atuação da Rede Perifasul, formada pelos coletivos que se encontraram e fortaleceram com apoio do edital. Para saber mais, acesse o site do projeto.

Para participar do encontro, basta entrar no link no dia e horário combinados! O papo vai acontecer por meio da plataforma Zoom.


Espiral do Conhecimento apresenta: Jogos Cooperativos, com Edgard Gouveia Jr.
Dia 22 de Julho, das 10h às 12h
Evento online e gratuito
Clique para acessar

BTG Pactual abre inscrições para programa gratuito de capacitação de ONGs e OSCs

Aprender
As 10 instituições selecionadas receberão 100 horas de qualificação, além de workshops e mentoria com profissionais experientes do terceiro setor O banco de investimentos BTG Pactual abre nesta segunda-feira, 18, inscrições para uma nova rodada do BTG Soma. O programa gratuito, lançado em agosto de 2020, é voltado para a profissionalização e aceleração de ONGs e OSCs. Com o objetivo de contribuir com a performance e profissionalismo do terceiro setor, a iniciativa visa oferecer às organizações apoio para que elas se desenvolvam de forma sustentável, com acesso a networking e capacitação para seu crescimento e manutenção de suas ações, por meio de workshops, aulas e mentorias. O projeto conta com a consultoria da Ação Social para Igualdade das Diferenças (ASID Brasil).      Já participam do programa seis ONGs parceiras do banco como Ballet de Paraisópolis, PROA, Instituto Tiago Camilo, Instituto DOM, Moinho Cultural e Mano Down. Neste ano, quando acontece a segunda rodada, serão escolhidas 10 instituições.    “A partir da nossa experiência com a primeira rodada do projeto, com ONGs e OSCs parceiras do banco, pudemos entender quais são os maiores desafios e carências dessas instituições e conseguimos aprimorar o nosso programa de profissionalização. Agora, estamos abrindo a oportunidade para que organizações de todo o Brasil possam participar. Trata-se de uma contribuição valiosa para a profissionalização ainda maior do terceiro setor”, diz Martha Leonardis, sócia e head de responsabilidade social e eventos do BTG Pactual.  

Requisitos

Para participar da seleção, as instituições precisam atender a alguns pré-requisitos, como: 
  • Ser uma organização sem fins lucrativos (OSCIP, OS, ONG, instituto, fundação, ou qualquer tipo de organização social);
  • Ter tempo de existência formal de no mínimo três anos;
  • Receita anual mínima de R$ 300 mil;
  • Disponibilidade da alta liderança para as atividades;
  • Ter uma equipe fixa e remunerada e não estar atrelada a outro programa de aceleração ou desenvolvimento de gestão no mesmo período da realização do programa.
Também é imprescindível que as organizações tenham ligação e contribuam com os pilares de atuação social como empreendedorismo, educação e meio ambiente.  A escolha das instituições será feita por meio de um comitê social, que, junto com a Ação Social para Igualdade das Diferenças (ASID Brasil) e a área de responsabilidade social, realizam uma análise para definição das organizações escolhidas.  

Entenda o programa

O projeto gratuito buscará por instituições que possuam um impacto social significativo em sua região de atuação e que precisem de apoio profissional e estrutural para ampliar o alcance de suas atividades.  As 10 organizações selecionadas para o BTG Soma receberão 100 horas de capacitação liderada em sua grande maioria por profissionais com experiência na realidade do terceiro setor, além de workshops e mentorias com colaboradores e sócios do BTG Pactual. Na jornada de capacitação serão abordados conceitos aplicáveis em marketing, planejamento estratégico, modelos de negócio, finanças, avaliação de impacto, propostas de expansão e captação de recursos.  Cada uma das organizações contará com quatro mentores. Todo o programa e acompanhamento terá duração de aproximadamente 12 meses.    

Inscrições

As inscrições para o BTG Soma podem ser feitas no SITE entre os dias 18 de janeiro e 4 de fevereiro de 2021.   

Poli Social, entidade da USP, abre edital de consultoria para ONGs; saiba como participar!

Poli Social entidade da USP abre edital de consultoria para ONGs

Entidade formada por estudantes da USP vai ajudar Organizações Não Governamentais (ONGs) a implementar projetos de gestão, estruturação interna, comunicação externa e captação de recursos

A Poli Social, entidade formada por estudantes da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), vai oferecer neste ano consultoria para Organizações Não Governamentais (ONGs).

Através do Edital Projetos de Consultoria para ONGs 2021, a entidade, que integra uma das melhores universidades do Brasil, pretende realizar gratuitamente durante um ano projetos de consultoria e gestão. 

No processo, os alunos da Escola Politécnica irão entender os principais gargalos, diagnosticar problemas, criar soluções e implementar melhorias nas organizações.

Com um repertório de mais de 20 iniciativas realizadas, a área de Projetos da Poli Social tem larga experiência nos eixos de estruturação interna, comunicação externa e captação de recursos. 

Em programas anteriores, a entidade também já atuou em áreas de comunicação interna, gestão de voluntariado, recursos humanos, planejamento financeiro e outros problemas operacionais.

Requisitos

O edital contempla entidades sem fins lucrativos e de propósito filantrópico e que estejam estabelecidas e/ou atuem na região metropolitana de São Paulo

Segundo o edital, as ONGs que se candidatarem não podem participar de outros projetos de consultoria similares durante o período de execução do trabalho.

Entidade formada por estudantes da USP vai ajudar Organizações Não Governamentais (ONGs) a implementar projetos de gestão, estruturação interna, comunicação externa e captação de recursos
Foto: Poli Social/ Divulgação

Como funciona a consultoria?

A primeira etapa da consultoria consiste no acompanhamento das atividades da ONG para identificação de problemas existentes e dificuldades. A partir daí, a equipe começa a traçar junto da organização possíveis soluções e faz a priorização de ações de acordo com a urgência e impacto.

Ao fim de cada ciclo mensal, as soluções que foram estruturadas são apresentadas para a ONG, recebendo uma validação. Uma vez validadas, as soluções são implementadas seguindo a cultura e estrutura da organização.

Como participar?

Para participar, a ONG deverá realizar a inscrição até o dia 29 de janeiro NESTE LINK. Após o preenchimento do formulário, será enviado um e-mail solicitando as últimas versões do comprovante de CNPJ, balanço patrimonial e Demonstrativo do Resultado do Exercício (DRE). Fique atento pois a inscrição só será validada após envio destes documentos.

Após a avaliação dos inscritos, será realizada uma pré-seleção. Nesta etapa, a Poli Social fará uma entrevista (que poderá ser na sede da ONG, em algum outro local ou de maneira virtual) para colher informações sobre a organização, entender as principais demandas e conhecer as atividades realizadas.

Após as entrevistas, a equipe da USP escolherá, com base em alguns critérios de seleção, as instituições que receberão o projeto de consultoria em 2021.

Leia o edital completo aqui!

Clique aqui para fazer a inscrição!

Caso o participante tenha dúvidas, a Poli Social disponibiliza o e-mail abaixo: projetos@grupopolisocial.com

 

Programa Prosseguir oferece 60 bolsas de R$ 600 para estudantes negros

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Podem concorrer ao auxílio universitários de São Paulo (SP), Salvador (BA) e Rio de Janeiro (RJ) e regiões metropolitanas; prazo termina no domingo, dia 6

O Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert) lançou a 3ª edição do Programa Prosseguir, que vai oferecer 60 bolsas de R$ 600 para ajudar universitários negros, além de um curso extracurricular com ênfase em liderança, preparação para o trabalho, equidade racial e inglês.

Podem concorrer ao auxílio estudantes negras (os) matriculados em cursos de graduação de universidades públicas ou privadas na modalidade presencial. Segundo o edital, os bolsistas deverão residir nas cidades de São Paulo (SP), Salvador (BA) e Rio de Janeiro (RJ) ou regiões metropolitanas.

“O Programa Prosseguir tem como finalidade evidenciar futuras lideranças negras que estão nas universidades públicas e privadas, por meio de estratégias de fortalecimento e permanência acadêmica, além de estabelecer diálogos e pontes com o mercado de trabalho”, diz o Ceert.

Inscrição

Para realizar a inscrição, o candidato deverá disponibilizar cópia de alguns documentos, gravar um vídeo contando por que precisa da bolsa e qual a diferença o programa fará na sua trajetória, além de uma redação dissertativa. O prazo termina no próximo domingo, dia 6. 

Confira o edital!

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Fundación MAPFRE cria edital de 30 mil euros para projetos de inovação social

Edital premia projetos de inovacao social

Entidade irá premiar projetos ligados à saúde e tecnologia digital; economia do envelhecimento; e prevenção e mobilidade segura e sustentável

A Fundação MAPFRE, em parceria com o Instituto de Empresa, lançou a 4ª edição dos Prêmios Fundación MAPFRE à Inovação Social, que tem como objetivo ajudar iniciativas inovadoras de grande impacto social. O prazo para realizar a inscrição termina na próxima segunda-feira, 30. Clique aqui para fazer sua inscrição!

Nesta edição, poderão se inscrever projetos do Brasil, América Latina (excluindo o Brasil) e Europa que estejam ligados às áreas da saúde e tecnologia digital; economia do envelhecimento; e prevenção e mobilidade segura e sustentável.

Etapas

De todos os projetos apresentados, no máximo 27 (9 para cada região) serão escolhidos para disputar as semifinais regionais. Os representantes dos projetos semifinalistas receberão mentoria online e visibilidade do seu projeto na região.

Em cada semifinal regional, serão escolhidos 3 projetos (um para cada categoria) que irão disputar a grande final. Para se preparar para a cerimônia de apresentação, os finalistas receberão um coaching especializado.

Calendario

Na grande final, os três projetos vencedores serão selecionados entre os 9 finalistas, um para cada categoria, que receberão um prêmio em dinheiro de 30 mil euros com a intenção de promover a iniciativa.

Quem pode participar?

Poderão participar estudantes universitários ou de escolas de negócios, cientistas, investigadores e docentes universitários, além de empreendedores com um projeto inovador. Ou seja, tanto pessoas físicas (individuais/profissionais) quanto jurídicas.

Avaliação

Será avaliado o interesse dos projetos apresentados seguindo os critérios do potencial de impacto social, inovação, viabilidade, solidez da equipe, desenvolvimento da ideia e aspectos jurídicos associados. 

Confira aqui o edital!

Clique aqui para fazer sua inscrição!

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