Desenvolvimento Territorial

Pardinho: território precursor de nossas experiências

Com aproximadamente 7.000  habitantes, Pardinho é um dos municípios que compõem a Cuesta Paulista, região localizada no centro-oeste do Estado de São Paulo. Conhecida pelo clima agradável, pela beleza natural formada pelas cuestas (formação de relevo em forma de um “degrau“) e pelo Aquífero Guarani (um dos maiores reservatórios de água doce e potável do planeta), a região atrai visitantes que buscam ecoturismo, lazer rural e turismo sustentável.

Além das características naturais, a região também se destaca por ser um grande celeiro da música raiz e faz com que Pardinho seja reconhecida como “Capital da Música Raiz”. Importantes nomes da música nasceram ou viveram nesta região, tais como: Carreirinho (compositor de Ferreirinha, clássico da música caipira), Tião Carreiro, Tonico e Tinoco, Zé da Estrada, Angelino de Oliveira, Raul Torres e Serrinha, entre outros.

O trabalho do Instituto Jatobás para o desenvolvimento territorial teve início em 2005, em Pardinho. Fazem parte dessa frente de atuação o Arranjo Cultura Raiz, Empreendedorismo, Sustentabilidade, Conectividade e Educação (ACRESCE), criado em 2015 com o objetivo de fortalecer as políticas públicas locais para o desenvolvimento sustentável do município.

Em 2018, com o decorrer dos trabalhos, identificamos que, para o desenvolvimento efetivo do território, teríamos que adotar uma abordagem sistêmica e integrada, que partisse do indivíduo (agente transformador), da interação entre a comunidade, governo, empresas e sociedade civil, e do apoio a várias frentes na gestão pública. 

Nesse sentido, apoiamos o desenvolvimento do território em quatro frentes preponderantes: Gestão Pública, Educação, Cultura e Comunidade e Empreendedorismo.

foto home pardinho

CULTURA E COMUNIDADE

Centro Max Feffer Cultura e Sustentabilidade

desenvolvimento territorial

A cidade de Pardinho sempre promoveu, mesmo que esporadicamente, eventos ligados à música raiz, uma tradição que faz parte da história regional. No entanto, não havia no município um local adequado que acolhesse as apresentações musicais, de danças ou teatrais. Para que pudessem ter acesso a programas culturais, os Pardinhenses precisavam se deslocar até Botucatu.

Com a compreensão de que investir em cultura significa promover o desenvolvimento do potencial humano, trabalhar a autoestima, a cidadania e a criatividade – pré-requisitos para qualquer sociedade que anseie a sustentabilidade – o Instituto Jatobás, em parceria com a Prefeitura e Coordenadorias do Município de Pardinho, se dispôs, em 2006, a contribuir para que a ideia de um centro cultural local tomasse forma.

Finalmente, em 2008, o Centro Max Feffer Cultura e Sustentabilidade foi entregue à comunidade. 

Pilares de Atuação

Como norteadores, o Centro Max Feffer Cultura e Sustentabilidade desenvolve suas ações pautadas em 3 pilares:
como atuamos jatobas

Cultura Raiz

Valorização da identidade cultural da cidade e da região da Cuesta

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ARTE E BEM-ESTAR

Promoção de atividades socioculturais e de lazer incentivando a formação de público e o bem estar da comunidade.

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Biblioteca

Realização de atividades educativas, de incentivo à leitura e formação de leitores.

Hoje, o Centro é considerado um dos principais pontos turísticos regionais. O projeto, assinado pela arquiteta Leiko Motomura, é reconhecido mundialmente como exemplo de construção sustentável, tendo recebido a certificação Leadership in Energy and Environmental Design – LEED, concedida pela United States Green Building Council, e menção honrosa na 8º Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, realizada em 2009.

Conheça a história do Centro Max Feffer Cultura e Sustentabilidade

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